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INTRODUÇÃO:
O que dizem os guias: Zimbábue significa grande casa de pedra, e não é por menos que é também conhecido no continente como o país dos escultores. Ali, viver de arte não é nada difícil. Pelo contrário, existe uma forte cultura que incentiva a produção artística no Zimbábue, inclusive entre a população rural correspondente a 60% dos habitantes e entre a população jovem representante de 40%. Os artistas ainda são conhecidos pela criatividade na utilização de materiais recicláveis, o que abre muitas portas para o turismo sustentável nas cidades. Outro dado para lá de interessante é o nível de alfabetização: 91% da população do país, considerado um dos mais pobres do mundo, sabe ler e escrever. Talvez sejam os medidores do IDH que precisem de um update.

 

 

O que diz o AFREAKA: Se tem algo que o Zimbábue faz é quebrar os mitos ao redor de sua fama. Antes de chegar ao país, se escuta e se lê as opiniões mais cabeludas sobre o quanto é pobre e perigoso. Mitos. O país passou sim por uma crise econômica nos últimos anos, mas parece estar se recuperando com uma incrível velocidade. E se tem algo que o Zimbábue oferece é segurança e hospitalidade. É incrível como é fácil ser bem recebido por ali e a paz anda tranquila pelas ruas. O que não é mito é a sua fama de casa de escultores. Das ruas às galerias não faltam talento no estilo. Os níveis de educação cultural, alfabetização e engajamento político também são para lá de altos. E bastam cinco minutos de prosa com qualquer cidadão para ter certeza disso. 

 

 

Turismo Tradicional
O que dizem os guias: O ponto de turismo mais conhecido do Zimbábue é também um dos destinos mais conhecidos do mundo e vive na disputa ao prêmio das sete maravilhas do mundo: as cataratas de Victoria, ou Victoria Falls, como é mais conhecida. Uma passagem por lá é quase inextrincável do roteiro. Já em relações aos parques, não importa qual parque você escolher. Errar vai ser difícil. A maioria dos parques nacionais são considerados patrimônios mundiais da Unesco. Outra opção famosa é fazer safari dentro uma canoa no rio Zambezi, onde ocorre a famosa junção de três países: Zimbábue, Zambia e Moçambique.

 

 

O que diz o AFREAKA: Victoria Falls é o paraíso para o turismo de aventura: você pode passar um dia inteiro fazendo rafting, nadar no rio Zambezi ou escolher entre as mil opções de esporte radicais que as agências de turismo locais têm para oferecer. O passeio para a junção dos países também sai da cidade, que recebe o mesmo nome da grande cachoeira. E na verdade, a junção conta com quatro (inclui Botswana) e não três países, mas o passeio é feito de barco e não de canoa. Para quem tem férias curtas e está afim de safaris e aventura, é um bom destino. Outro ponto turístico tradicional é o parque Hangwe, conhecido por sua superpopulação de elefantes, que no total, são mais de 20 mil.

 

 

Turismo Alternativo
O que dizem os guias: A arte sustentável, famosa no país, abre espaço para o ecoturismo. É possível conhecer espaços voltados à produção artística e realizar passeios culturais integralmente organizados pela população local. Um deles é a Zimsculpt, que acontece na capital Harare. Trata-se de um tour em que é conhecer os escultores da cidade, que apresentam seus trabalhos, ateliês e até mesmo suas famílias. Outro passeio imperdível é o Grande Zimbábue, bem preservadas ruínas arqueológica do que já foi a maior Cidade medieval da África subsaariana e que um dia fez parte de um grande império que abrangia terras moçambicanas, sul-africanas e botsuanas.

 

 

O que diz o AFREAKA: Arte, arte e arte. Em massa o turismo tradicional costuma guiar os visitantes para as reservas ecológicas com seus respectivos animais, deixando de lado uma joia preciosa do país: a sua potência artística. No Zimbábue, não faltam iniciativas culturais para lá de inspiradoras. Basta chegar ao país para sentir que ali as coisas acontecem. Teatro, pintura, escultura, música, arte tradicional de qualidade estão sobrando por lá. E Machu Pichu que fique de olho, pois o Great Zimbabwe tem mais do que potencial para ser uma das sete maravilhas do mundo. Aos interessados em história e cultura, a visita é imperdível. Aos não interessados também. 

 

 

Curiosidade
O que dizem os guias: Quem gosta de observar as estrelas, já deve agendar uma visita ao país. Sua localização é considerada um dos melhores lugares do mundo para estudar o céu e seus astros, sendo possível observar 97% da esfera celestial. Outra curiosidade do país é parque nacional Mana Pools, o único safari do mundo onde você pode caminhar pelo parque sem guia – é claro que as responsabilidades também são de quem se aventurar pelas terras habitadas por leões e elefantes.

 

 

O que diz o AFREAKA: A questão das estrelas pode ser um dado mais científico, pois a olho nu segue o padrão universal: pouco estrelado em cidades e abundante em zonas rurais. Talvez o dado se aplique mais a observatórios. Já os mitos ao redor de Mana Pools são todos verdadeiros, ou melhor, quase todos. Os guias costumam dizer que você dormirá com leões e elefantes ao redor de sua tenda e não é bem assim. É preciso procurá-los como em qualquer outro safari, mas sim, estão presente em massa e encontrá-los não é nada difícil. Outra curiosidade do país são as moedas nacionais. Moedas? Sim, depois da super inflação do dólar zimbabuano e sua respectiva extinção, o Zimbábue virou um país “multimonetário” e trabalha com dólares americanos, rands sul africanos, dólares namibianos e pulas da Botswana. Pagar em dólares e receber o troco em rand não é nada anormal por lá.

 

 

O que provar?
O que dizem os guias: Para começa, o indicado é o Sadza, parecido com um purê de batata, esse prato preparado com milho branco faz parte da alimentação cotidiana no país. E para acompanhar a refeição, é possível escolher entre duas bebidas de produção local. O café, cultivado no leste do país ou o chá Nyanga, disponível em qualquer bar zimbabuano. Pra uma pedida mais comemorativa, tem também a cerveja chibuku, servida tradicionalmente igual à brasileira: bem gelada.

 

 

O que diz o AFREAKA: O Sadza é o mesmo purê de milho famoso nos três países que o Afreaka já passou, mas em cada um o prato recebe um nome diferente. E sim, é disparada a preferência nacional: custa pouquíssimo e enche mais do que feijão. Vai bem com molho, normalmente um engrossado de tomate e o mais comum é ter uma carne para acompanhar. O chá e o café não são tão fáceis de encontrar quanto se diz nos guias. Uma das manias nacionais é a carne polony, apresuntado vendido como petisco de rua, comido puro e a mordidas. No lago Kariba, um desastre ecológico com uma fazenda de lagostim fez com que o animal se proliferasse na região – sobrava comida e espaço para o seu desenvolvimento. Acabou por virar prato típico do norte do Zimbábue.

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